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Radio Arcoense: Rádio luso-venezuelana muda programação e substitui fados por música clássica

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Óbito/Chávez:  
Rádio luso-venezuelana muda programação e substitui fados por música clássica

Caracas, 08 mar (Lusa) - A luso-venezuelana Rádio Arcoense mudou hoje a sua programação radiofónica habitual, substituindo "os fados e a música tradicional portuguesa por música clássica e instrumental", em solidariedade para com a morte do Presidente Hugo Chávez.

"Este é um momento muito significativo para os venezuelanos, por isso, decidimos mudar toda a programação, para dar um toque de solenidade, com música clássica e instrumental", explicou o diretor, Adé Caldeira, à agência Lusa, lembrando que foram decretados sete dias de luto nacional.

Num comunicado, a Rádio Arcoense "expressa as suas mais sentidas condolências à família Chávez, aos seus amigos, aos mais próximos, ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa da Venezuela pelo falecimento do Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Rafael Chávez Frías".

Fundada há cinco anos pelos empresários António Coelho e Antonino Alves, a Rádio Arcoense era inicialmente um espaço radiofónico transmitido pela Rádio Uno 1340 OM, que mantém-se atualmente, mas emitindo 24 horas pela Internet através do endereço www.radioarcoense.pt.

A rádio tinha programado para sábado uma festa para assinalar o quinto aniversário com o grupo português Ympério Show, a qual suspendeu devido à morte do líder venezuelano.

Hugo Chávez morreu na terça-feira, em Caracas, quase três meses depois de ter sido operado pela quarta vez a um cancro, a 11 de dezembro de 2012, em Havana, e quase cinco meses depois de ter sido reeleito para o seu terceiro mandato, em 07 de outubro.

Chávez, que morreu com 58 anos, regressou à Venezuela em 18 de fevereiro, ficou internado no Hospital Militar de Caracas e não chegou a tomar posse como Presidente, ficando o lugar assegurado pelo vice-presidente, Nicolás Maduro, numa decisão autorizada pela Justiça venezuelana apesar dos protestos da oposição.

Maduro vai assumir hoje formalmente o cargo de Presidente interino da Venezuela, devendo convocar eleições dentro de dias.

FPG // DM. Lusa/Fim

Radio Arcoense: Gala de fado homenageou luso-venezuelanas no dia da mulher

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Uma gala com 12 fadistas radicadas em várias cidades da Venezuela homenageou, na noite de quinta-feira, as luso-venezuelanas por ocasião da celebração do Dia Internacional da Mulher.

Fonte da organização explicou à Agência Lusa que a iniciativa, que a gala foi organizada pelo programa radiofónico Rádio Arcoense, contou com o apoio do movimento associativo feminino português na Venezuela e decorreu no Centro Português de Caracas.

Reuniu mulheres fadistas de várias idades, de várias cidades e surgiu para celebrar também o reconhecimento pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) do fado como património imaterial da humanidade. 

“As mulheres, tanto as portuguesas como as luso-descendentes têm-se destacado (na Venezuela) pelo grande trabalho como líderes de associações que ajudam muitas pessoas”, disse Luisana Andrade, venezuelana com pais portugueses e uma das cantoras que participou na gala.

“Há gente que pensa que para cantar fado só é preciso voz. É muito importante, mas nem tudo tem que ver com a voz, é preciso sentir o que se canta, a letra, porque o fado é algo nostálgico, são histórias e vivências do povo português. O sentimento é primordial para interpretar este género musical”, frisou.

Durante a gala, a que assistiram quase 250 pessoas, na sua maioria mulheres, foi entregue uma rosa de cristal a mulheres representantes de várias associações luso-venezuelanas e às fadistas participantes. A fadista Gina Faria foi distinguida com o prémio Rosa Branca 2012, coroando assim toda sua carreira na Venezuela.

Radio Arcoense com Lusa
Caracas, Venezuela, 08/03/2012

Fotos aqui


Radio Arcoense/Lusa-Venezuela: Emigrante reencontra no Facebook filha desaparecida há 12 anos nas enxurradas de Vargas

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Caracas, 25 fev (Lusa) – Doze anos depois das enxurradas que destruíram parcialmente o estado de Vargas (a norte de Caracas), a portuguesa Lucinda Nunes reencontrou, através do Facebook, a filha dada como desaparecida em dezembro de 1999, quando tinha 10 anos de idade.

“Estou feliz, feliz não, superfeliz, já tenho a minha filha, graças a Deus que tudo lhe devo. Encontrei-a por sorte no Facebook, num dia em que procurava uma pessoa, e na emoção telefonei para um irmão em Portugal que constatou as semelhanças. Ele pediu-lhe amizade, estabeleceu contacto e soube que ela era vítima de Vargas, mas não se lembrava de nada”, disse a emigrante natural do Arco da Calheta, Madeira.

Lucinda Nunes, explicou, em declarações à Agência Lusa, que a filha, Angely Sofia Nunes, “tem agora 22 anos, estava até há poucos dias numa instituição para adolescentes” em Caracas. “O tribunal autorizou que viesse viver comigo para iniciar um processo de adaptação.”

Garantindo que as duas se dão muito bem, Lucinda Nunes precisou que aguardam o resultado de provas de ADN feitas pela polícia venezuelana e que algumas características físicas foram determinantes para a decisão do tribunal de permitir que a jovem, que é conhecida por outro nome, fosse viver com ela.

O caso, que mereceu há 12 anos a atenção dos ex-secretários de Estado das Comunidades Portuguesas, Rui de Almeida (PS) e José Cesário (PSD), remonta à noite de 15 para 16 de dezembro de 1999, quando chuvas torrenciais provocaram deslizamentos em quase 80 quilómetros de zona costeira do Estado de Vargas. As regiões mais afetadas foram Los Corales e Carmem de Úria, esta última declarada inabitável e hoje reduzida a escombros.

A casa onde a família de Lucinda Nunes, em Carmem de Úria, desapareceu, sobrevivendo apenas um familiar dela e, ao que se sabe agora, também a sua filha.

Três meses mais tarde, a portuguesa viu a filha numas imagens de televisão, foi a um programa e mostrou uma foto, tendo sido informada por um telefonema que a luso-descendente esteve no Quartel de Paramacay, na altura da tragédia.

Depois de pedir a intervenção a Portugal para recuperar a filha, dizendo que estaria em casa de uma professora com familiares militares, cujos cargos que ocupavam alegadamente dificultavam a sua recuperação, Lucinda Nunes viajou, em outubro de 2001, à Madeira, onde se encontrava de visita o Presidente Hugo Chávez, a quem pediu ajuda.

Chávez disse então que conhecia este caso e garantiu que as autoridades venezuelanas investigavam possíveis pistas do paradeiro da criança.

Pouco depois uma equipa da Polícia Técnica Judiciária iniciou uma investigação e, em junho de 2006, fontes da Direção de Inteligência Militar confirmaram, conjuntamente com outros corpos policiais, uma operação de vigilância a várias pessoas para localizar a menina.

O caso foi ainda tema de um pedido de apoio junto do então presidente da Assembleia Nacional, William Lara, em fevereiro de 2002.

Não existem dados oficiais sobre o número de portugueses mortos nas enxurradas de Vargas, mas segundo fontes da comunidade terão morrido uma centena, 44 dos quais na localidade de Cármen de Úria. A comunicação social local avançou para um número total de vítimas mortais de 100 mil pessoas, que foi depois corrigido pelas autoridades para mais de 10 mil.

Foram feitas 600 denúncias de pessoas desaparecidas, entre elas 119 crianças, 14 das quais luso-descendentes.

Além dos cartazes colados em vários locais, e em autocarros foram publicadas fotografias nos pacotes de leite.


Radio Arcoense/Lusa-Venezuela: Taxa de homicídios é de 48 por cada 100 mil habitantes

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Caracas, 09 fev (Lusa) – O ministro venezuelano do Interior e Justiça, Tareck El Aissami, revelou terça-feira no parlamento que o país regista 48 homicídios por 100 000 habitantes e vincou que o Governo “não subestima” o problema da insegurança.

“A taxa, na Venezuela, é de 48 homicídios por 100.000 habitantes e continua a ser alta porque está acima da média na América Latina. Essa é a verdade, com números oficiais”, disse.

A resposta de Tareck El Aissami teve lugar depois de o deputado William Barrientos, da oposição, instar o ministro do Interior e Justiça a demitir-se “por fracassar” no combate à insegurança no país.

Segundo Tareck El Aissami, a situação da criminalidade venezuelana “é tão complexa que não pode ser solucionada apenas pelo Governo Nacional”, e exige a participação de todos os setores do país.

“Não se trata de censurar os fatos, mas procurar as causas e dar uma resposta integral”, frisou ao sublinhar que “uma só vítima é suficiente para comprometer (o Governo) em procurar soluções para o problema da insegurança”.

Tarek El Aissami acrescentou ainda que 75 por cento dos 10 421 homicídios que em 2010 ocorreram na Venezuela, registaram-se em nove dos 24 Estados que compõe o país.


*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***



Radio Arcoense/Lusa-Venezuela: Leite em pó, óleo, maionese e açúcar desapareceram dos supermercados

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Caracas, 10 fev (Lusa) – Leite em pó, óleo vegetal, maionese e açúcar são alguns dos produtos alimentares que os venezuelanos viram desaparecer das prateleiras dos supermercados nas últimas semanas.

Esta situação tem levado a população a fazer ajustes nas listas de compras e no orçamento. “Estive em seis supermercados diferentes e não havia leite em pó. Tenho apenas um pouco de óleo em casa e há quatro semanas que não consigo açúcar. Sempre há uma coisa em falta”, explicou Aída Núñez à agência Lusa.

À saída de um supermercado em Chacaíto, esta antiga funcionária bancária, agora reformada, explicou que “ir às compras requer muita habilidade, porque se hoje conseguimos feijão preto ou alguns enlatados, há que comprar mais do que o necessário, ter um pequeno stock em casa”.

Também os vegetais subiram de preço mais de 10 por cento “desde o ano novo”, obrigando os cidadãos “a esticar o orçamento para poderem comprar o que necessitam, o que não é fácil de fazer”, realça Aída Núñe.

“Quando queremos croquetes de frango, só se consegue de carne, quando vamos comprar queijo, há que remediar com o que houver à venda ou ir a muitos supermercados para conseguir o que mais gostamos. Tudo isto é muito difícil, angustiante e às vezes leva-nos a comprar o que não precisamos de imediato por temor de que esgote”, descreve.

Dois proprietários de supermercados de Caracas contactados pela agência Lusa explicaram que produtos como o óleo e a maionese não são escassos, mas há problemas pontuais de reposição de stock, fazendo “com que a sua presença nas prateleiras seja intermitente”.

Trata-se de uma situação que afeta também algumas leguminosas, o leite pasteurizado, as margarinas e até os refrigerantes, “cujas marcas que estão à venda, pontualmente, não são as que as pessoas procuram”.

Admitindo que os preços dos vegetais subiram bastante, alguns comerciantes recomendaram aos clientes que comprem “abóbora amarela e tomates para congelar e usar no futuro, porque neste momento estão a preços económicos”.

Hoje, a Câmara Venezuelana de Indústrias Lácteas explicou que os danos causados pelas chuvas levaram a “uma quebra na distribuição de leites e derivados”, mas vincando que o produto pasteurizado não desapareceu do mercado.

“Estamos importando entre 40 a 50 por cento do leite que consumimos, porque desde há muito anos a Venezuela tem uma produção nacional insuficiente para o consumo interno”, explicou Róger Figueroa, presidente daquele organismo.


*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***



Radio Arcoense/Lusa-Venezuela: Comunidade lusa está “desalentada e amedrontada” com a insegurança (Cristina Tenreiro)

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Caracas, 01 fev (Lusa) – A comunidade portuguesa radicada na Venezuela está “desalentada e amedrontada” por razões de insegurança, uma situação que faz com que alguns emigrantes estejam a ponderar um eventual regresso a Portugal, defendeu segunda-feira em Caracas a social-democrata Cristina Tenreiro.


“Os emigrantes estão bem integrados, são muito trabalhadores e muito empenhados em estar aqui, mas face a estas mudanças estão um pouco desalentados e amedrontados com as questões de segurança. Já por várias vezes o tema foi abordado e a sensação que eu tenho é que muitos estão a pensar regressar”, afirmou a social-democrata.

A vereadora da educação, cultura, desporto e juventude, de Santa Maria da Feira, falava à Agência Lusa no Centro Português de Caracas, à margem da Festa das Fogaceiras, que reuniu, na segunda-feira mais de meio milhar de portugueses, aos quais aqulea responsável deu a conhecer aspetos relacionados com a atualidade do seu município.

Questionada sobre as preocupações da comunidade explicou que está na Venezuela há pouco tempo, mas percebe que a “insegurança é a todos os níveis”, desde o pessoal ao económico, porque os portugueses “não têm a segurança de que aquilo por que tanto lutaram, tanto trabalharam, e conseguiram angariar se continuará a manter-se deles”.

Segundo Cristina Tenreiro trata-se de um assunto que preocupa o seu partido, o PSD, e recomenda que se dê “todo o apoio que eles (portugueses) necessitam”, procurando-se ainda junto do Governo da (Venezuela) sublinhar a importância de “uma atenção e um cuidado muito especial com a comunidade portuguesa”.

Na sua opinião a visita, em 2009, do primeiro-ministro português José Sócrates à Venezuela serviu também para alertar sobre a importância da comunidade portuguesa.

“Em termos políticos as coisas têm de ser tratadas muitas vezes com muita delicadeza e é muito normal que não venha assim ao público, mas tenho a certeza que o nosso governo está atento”, frisou.

Cristina Tenreiro tem esperança que “a Venezuela encontre o seu destino, a sua paz interior”.

“Alguns (portugueses) já têm os filhos, descendência aqui, têm já raízes muito fortes na Venezuela e irão permanecer cá, mas tenho a sensação de que iremos receber muito brevemente muitos destes nossos emigrantes”, disse.


*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***



Radio Arcoense/Lusa: Médico luso-descendente recebe Ordem do Mérito de Portugal

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As relações entre Portugal e a Venezuela são uma “responsabilidade de todos”, defendeu hoje em Caracas o médico cardiologista luso venezuelano Juan Marques, após ser agraciado com a Ordem de Mérito, de Portugal.

“A relação entre Portugal e a Venezuela é uma relação que a gente tem que construir todos os dias, não é que se construa num só dia, numa só atitude, num só evento. Tem que ser uma relação que temos que estar a construir e depois a manter num trabalho de dia a dia”, disse.

Juan Marques falava à Agência Lusa à margem de uma cerimónia presidida pelo embaixador luso em Caracas, João Caetano da Silva, durante a qual recebeu a Comenda da Ordem do Mérito, uma Ordem Honorífica concedida pelo presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva.

“Todos temos uma responsabilidade de trabalhar pelo nosso país e trabalhar também por essa relação entre Portugal e a Venezuela”, disse.

Para Juan Marques “ter um reconhecimento pelos anos de trabalho”, que tem “estado a aumentar essa relação, sobretudo na área médica (...) é só uma fonte de orgulho”.

“É o momento para cada um de nós voltar a pensar, e quanto a mim, para ter a humildade para continuar a trabalhar cada vez mais por esta relação”.

O médico luso-descendente elogiou ainda o trabalho feito em Portugal pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia, e na Venezuela, pelo Instituto de Medicina Tropical, na prevenção das doenças cardiovasculares.

“Em Portugal, a Sociedade Portuguesa de Cardiologia tem feito um enorme trabalho de consciencialização sobre os problemas cardiovasculares. Na Venezuela também tem acontecido isso, mas com todo o esforço que se tem feito as doenças cardiovasculares continuam a ser a primeira causa de morte nos dois países e no mundo ocidental”, disse.

A título de exemplo sublinhou que “na Venezuela, em cada 20 minutos morre uma pessoa pelas doenças cardiovasculares”.

Com vários prémios nacionais e internacionais, Juan Marques é autor de múltiplas obras científicas divulgadas na Europa, América do Norte e do Sul.

Filho de imigrantes naturais do distrito de LeiriaJusn Marques, é professor do Laboratório de Cardiologia Experimental do Instituto de Medicina Tropical da Universidade da Venezuela desde 1991. Casado e com três filhos, é diretor médico dos laboratórios Pfizer e Novartis. Nasceu em Caracas onde preside à Associação de Médicos Luso-Venezuelanos.

Felipe Gouveia - Correspondente da Lusa na Venezuela

Radio Arcoense/Lusa: Embaixador destaca “contributo assinalável” dos portugueses para o desenvolvimento do país

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O embaixador de Portugal em Caracas, João Caetano da Silva, destacou hoje o “contributo assinalável” dos portugueses para o desenvolvimento da Venezuela, durante uma cerimónia de entrega da Ordem do Mérito de Portugal ao médico luso-venezuelano Juan Marques.

“A emigração portuguesa, aqui na Venezuela, tem 50 a 60 anos. Nós temos portugueses em todos os setores sócio-profissionais da Venezuela, desde a política às artes, à medicina, à ciência, à classe empresarial e esses portugueses dão um contributo assinalável para o desenvolvimento da Venezuela a todos os níveis”, disse.

Durante a cerimónia o diplomata vincou ainda “o orgulho que o Governo português tem na comunidade portuguesa na Venezuela”.

Sobre a condecoração explicou que “é atribuída a um iminente cardiologista, que é também presidente da Associação de Médicos Luso-Venezuelanos, a maior associação de médicos portugueses fora dos países lusófonos”.

Precisou ainda que a distinção do Governo português “tem grande importância para a comunidade porque chama a atenção para a presença da comunidade portuguesa em todos os setores sociais e profissionais da Venezuela”, incluindo os setores científicos e da medicina.

“Temos aqui uma importante associação de médicos com cerca de 250 membros, temos excelentes médicos portugueses praticamente em todos os setores da medicina e esta condecoração chama a atenção para o trabalho destes médicos, para o trabalhado da associação e evidentemente para o trabalho do doutor Juan Marques”, frisou.

O Governo português condecorou, hoje, o médico cardiologista luso-venezuelano Juan Marques, autor de múltiplas obras científicas divulgadas na Europa, América do Norte e do Sul.

Com vários prémios nacionais Juan Marques é filho de emigrantes naturais de Ansião, distrito de Leiria, é professor do Laboratório de Cardiologia Experimental do Instituto de Medicina Tropical da Universidade da Venezuela desde 1991. Casado e com três filhos, é diretor médico dos laboratórios Pfizer e Novartis. Nasceu em Caracas onde preside à Associação de Médicos Luso-Venezuelanos.

Felipe Gouveia - Correspondente da Lusa na Venezuela

Radio Arcoense/Lusa-Venezuela: 14 mortos e 33 sobreviventes em acidente aéreo

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Caracas, 13 set (Lusa) – Trinta e três pessoas sobreviveram ao acidente aéreo ocorrido hoje na Venezuela, quando o avião em que viajavam, um ATR42 da estatal Conviasa, caiu em terra durante um voo entre as cidades de Porlamar e Puerto Ordáz, fazendo 14 mortos.


“Tínhamos 51 pessoas na aeronave, das quais 47 eram passageiros e o resto eram tripulantes. Até este momento, temos 33 pessoas a ser atendidas no hospital e clínicas e temos, lamentavelmente, 14 cadáveres que estão sendo identificados”, disse o governador do estado venezuelano de Bolívar, Francisco Rangel Gómez.

Segundo o responsável, as autoridades estão a trabalhar para encontrar “outras quatro pessoas que não foram localizadas, porque não foi possível remover na totalidade os restos da aeronave, que até há pouco estava deitando fumo”.

O avião, da transportadora aérea estatal Conviasa, caiu quando efetuava um voo entre as cidades de Porlamar e Puerto Ordáz, no estado venezuelano de Bolívar, a 650 quilómetros a sul de Caracas.

Os sobreviventes estão a ser atendidos no hospital de Uyapar e nas clínicas Unare, Chilemex e Vitalsalud.

O avião caiu pelas 10:20 locais (15:30 em Lisboa), a aproximadamente 10 quilómetros do aeroporto Internacional do Orinoco Manuel Carlos Pilar e transportava 51 pessoas a bordo, 47 passageiros e quatro tripulantes.

O diretor dos serviços de Proteção Civil da região de Caroní, José Zamora, explicou que a aeronave caiu nas proximidades do “portão 4” da empresa Siderúrgica de Orinoco, sobre resíduos de materiais siderúrgicos.


*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***



Radio Arcoense/Lusa-Venezuela: Movistar suspende serviço de roaming internacional por falta de divisas

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Caracas, 27 ago (Lusa) – A empresa de telefonia móvel Movistar, do grupo Telefónica, suspendeu hoje o serviço de roaming internacional aos seus clientes venezuelanos, por dificuldades relacionadas com o acesso a divisas para responder a compromissos com outras operadoras noutros países.


“Perante as dificuldades que apresenta a Telefónica Venezuela, para poder cumprir os seus compromissos com operadoras internacionais, por não dispor das divisas requeridas, vêmo-nos na necessidade de suspender temporariamente o serviço de Roaming Internacional com algumas operadoras em vários destinos”, explica um comunicado da Movistar.

A medida, que de momento não afeta os cidadãos que viajem para Portugal, impede que os utentes da Movistar possam efetuar chamadas ou transferências de dados em países como a Argentina, Bélgica, Bolívia, Colômbia, Croácia, Egito, Hong Kong, Líbano, República Dominicana, Rússia, Síria, Uruguai e Vietname.

Segundo Augusto Moronta, vice-presidente do setor Comercial da empresa, esta tem mais de seis meses de dívida aos fornecedores estrangeiros, por atrasos na autorização de acesso a dólares da Comissão de Administração de Divisas (Cadivi).

Por outro lado, precisou que o Governo venezuelano proibiu recentemente o mercado negro para comercialização de divisas e estabeleceu um novo procedimento, que requer nomeadamente o envio do contrato, sua tradução e anotação, mas 15 operadoras internacionais não aceitaram as novas exigências.

Aquele responsável lançou um apelo ao Governo venezuelano para que atenda à situação das “dívidas que continuam a acumular-se”, sublinhando que “as empresas com as quais trabalhamos esperam o pagamento”.

Na Venezuela vigora, desde 2003, um sistema de controlo cambial que impede a livre obtenção de moeda estrangeira no país. O Governo, através da Cadivi, pode autorizar algumas empresas a ter acesso a divisas, mas os empresários queixam-se frequentemente de atrasos e de “obstáculos” para as importações.

O controlo cambial obriga também os utentes a recorrer à Cadivi que nalgumas circunstâncias poderá autorizar uma quantia até 300 dólares mensais para remessas a familiares, 400 dólares anuais para compras pela Internet e entre 2.500 e 3.000 para gastos anuais com viagens ao estrangeiro, aplicável unicamente através do cartão de crédito.

Os viajantes são obrigados a conservar as faturas e demais comprovativos durante 12 meses.


*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***



Radio Arcoense: Lusa/Venezuela - Fotos de Fernando Teixeira dos Santos y Rafael Ramírez

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Colegas de Radio Arcoense,

Les agrego 2 fotos del ministro portugues de Economia e Inovación, Fernando Teixeira dos Santos, y el ministro venezolano del Poder Popular para la Energia y Petróleo, Rafael Ramírez.

Pensé que les pueden ser útiles en sus trabajos periodísticos.
La utilización, publicación y divulgación de las fotos son libres.

Solo les pido de respectar la ética del uso de material fotográfico con la indicación de la mención : "Foto: Felipe Gouveia - (C) Lusa Agencia de Notícias de Portugal".

Saludos.


Felipe Gouveia - Correspondente da Lusa na Venezuela
© Agencia noticiosa Lusa - www.facebook.com/felipe.gouveia

Radio Arcoense: Lusa/Venezuela - Comunicadores sociais luso-venezuelanos solidarizam-se com colegas agredidos

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Caracas, 17 Ago (Lusa) – O Clube de Comunicadores Sociais Luso-Venezuelanos (CSLusoVen) emitiu, hoje, um comunicado onde condena as agressões recentes a um grupo de jornalistas de Caracas com quem se solidariza, ao mesmo tempo que pede às autoridades que “castiguem severamente os responsáveis”.

A pontapés e pauladas um grupo de simpatizes do regime do presidente Hugo Chávez agrediu, quinta-feira, três dezenas de jornalistas da Cadena Capriles, entre eles mulheres, ocasionando 12 feridos, oito deles gravemente.

Os jornalistas distribuíam panfletos contra um dos artigos da nova Lei Orgânica de Educação que, dizem, atenta contra a liberdade de expressão.

O Clube de Comunicadores Sociais Luso-Venezuelanos (CSLusoVen) manifesta o mais amplo repúdio pelas agressões violentas que recentemente perpetraram vários indivíduos contra os colegas de la Cadena Capriles, quando manifestavam pacificamente o seu desacordo pelo conteúdo de um dos artigos da Lei Orgânica de Educação, por considerar que poderia condicionar a liberdade de expressão”, começa por explicar o comunicado.

O texto do documento, a que a Agência Lusa teve acesso sublinha: “Aos colegas agredidos manifestamos a nossa mais ampla solidariedade e o sincero desejo de uma pronta recuperação, a fim de continuarem a cumprir com a missão de informar”.

Às autoridades, como garantes da paz social, solicitamos que estejam vigilantes para castigar severamente os responsáveis e que activem mecanismos para garantir que qualquer colega, independentemente do meio (de comunicação social) em que trabalhe ou da sua tendência política, possa expressar livremente a sua opinião, em público ou privado, sem estar exposto a qualquer tipo de violência”, conclui o comunicado.


Felipe Gouveia - Correspondente da Lusa na Venezuela
© Agencia noticiosa Lusa - www.facebook.com/felipe.gouveia

Radio Arcoense: Lusa/Venezuela - Legislativas: Sócrates diz que é cedo para dizer se governará sozinho ou em coligação

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Lisboa, 27 Set (Lusa) - O secretário-geral do PS, José Sócrates, disse hoje ser "cedo" para revelar se governará sozinho ou coligado, reservando o anúncio da "solução governativa" para depois da indigitação presidencial e de consultas com restantes partidos.

"O que farei é aguardar a indigitação presidencial e só depois disso procederei a consultas com os restantes partidos, e julgo que é esse o dever de quem ganhou as eleições, não com a maioria absoluta, mas com uma maioria relativa", afirmou, numa conferência de imprensa no Hotel Altis, em Lisboa.

Insistindo que "é cedo para responder a essa pergunta" - se governará coligado ou sozinho e com acordos pontuais -, Sócrates apontou que devem ser respeitados "todos os procedimentos constitucionais", o primeiro dos quais a indigitação presidencial do primeiro-ministro, e o seguinte, face à maioria relativa, as consultas com outros partidos com assento parlamentar.

"Depois todos ficarão a saber qual é a solução governativa que vai sair dessas consultas", declarou Sócrates, que sublinhou a necessidade de "estabilidade" na próxima legislatura.



Radio Arcoense: Radio Arcoense: Lusa/Venezuela - Legislativas: PS vence com 36,56 por cento, mais 7,47 por cento que o PSD

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Lisboa, 27 Set (Lusa) - O PS venceu as eleições legislativas de hoje com 36,56 por cento dos votos, mais 7,47 por cento do que o PSD (29,09%), enquanto o CDS-PP passou a ser a terceira força política, com 10,46 por cento.

De acordo com dados da Direcção-Geral da Administração Interna, e quando faltam apurar os quatro deputados eleitos pelos círculos eleitorais no estrangeiro, o PS conquistou 96 mandatos, o PSD 78 e o CDS-PP 21.

O Bloco de Esquerda conquistou 9,85 por cento dos votos e 16 deputados, enquanto a CDU, que passou a ser a quinta força política, obteve 7,88 por cento e 15 deputados.

A abstenção situou-se nos 39,4.

Em 2005, o PS obteve maioria absoluta ao alcançar 45,05 por cento dos votos, elegendo 121 deputados, enquanto o PSD conquistou 28,70 por cento e 75 deputados. A terceira força política foi a CDU, com 7,56 por cento e 14 deputados.

O CDS-PP obteve 7,26 por cento, elegendo 12 deputados, e o Bloco de Esquerda 6,38 por cento, ficando com oito mandatos.

A abstenção situou-se nos 34,97 por cento.



Radio Arcoense: Lusa/Venezuela - Legislativas: PS vence sem maioria absoluta com 36 a 40 por cento dos votos - Projecção RTP

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Lisboa, 27 Set (Lusa) - O PS vence as eleições legislativas de hoje sem maioria absoluta, com um resultado entre 36 e 40 por cento dos votos, segundo uma projecção da Universidade Católica para a RTP divulgada às 20:00.

Segundo esta projecção, o PSD recolhe 25 a 29 por cento dos votos, o Bloco de Esquerda entre 9 e 12 por cento, o CDS entre 8,5 e 11,5 por cento, enquanto a CDU alcança entre 7 e 10 por cento.

A abstenção situa-se entre 38 e 43 por cento.

De acordo com esta projecção, o PS vai eleger entre 102 a 106 deputados, o PSD entre 69 e 73, o Bloco de Esquerda conquista 20 a 23 mandatos e o CDS-PP entre 18 e 21.

A CDU fica com uma representação parlamentar de 14 a 16 deputados.

Em 2005, o PS obteve maioria absoluta ao alcançar 45,05 por cento dos votos, elegendo 121 deputados, enquanto o PSD conquistou 28,70 por cento e 75 deputados. A terceira força política foi a CDU, com 7,56 por cento e 14 deputados.

O CDS-PP obteve 7,26 por cento, elegendo 12 deputados, e o Bloco de Esquerda 6,38 por cento, ficando com oito mandatos.

A abstenção situou-se nos 34,97 por cento.


Radio Arcoense: Lusa/Venezuela - Legislativas: Urnas abriram às 08:00 no Continente e Madeira

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Lisboa, 27 Set (Lusa) - As urnas para as eleições legislativas abriram hoje às 08:00 em todo o território continental e na Madeira.

Nos Açores, as urnas abrem e fecham 60 minutos depois, devido à diferença horária de menos uma hora.

Mais de 9,4 milhões de eleitores podem votar hoje nas eleições legislativas, de onde sairá o novo Governo e a composição da Assembleia da República na XI Legislatura.

As mesas de voto vão funcionar até às 19:00.



Radio Arcoense: Lusa/Venezuela - Legislativas: Mais de 9,4 milhões de eleitores podem votar hoje

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Lisboa, 27 Set (Lusa) – Mais de 9,4 milhões de eleitores podem votar hoje nas eleições legislativas, de onde sairá o novo Governo e a composição da Assembleia da República na XI Legislatura.

De acordo com o Diário da República de 31 de Julho, podem votar para as legislativas 9 490 680 eleitores.

Nas eleições para a Assembleia da República concorrem 15 forças políticas, mas apenas nove partidos e uma coligação, a CDU, vão candidatar-se a todos os círculos eleitorais, segundo a Direcção-Geral da Administração Interna (DGAI).

O PS, PSD, o CDS-PP, o BE, o Movimento Esperança Portugal (MEP), o Movimento Mérito e Sociedade (MMS), o PCTP-MRPP, o Partido Popular Monárquico (PPM) e o Movimento Partido da Terra (MPT) apresentaram listas aos vinte e dois círculos eleitorais, bem como a CDU (coligação que integra PCP, PEV e ID).

O MPT, irá concorrer sozinho apenas na Madeira e nos Açores, apresentando-se nos restantes círculos em coligação com o Partido Humanista (PH).

O partido Portugal Pró Vida (PPV), Partido Nacional Renovador (PNR), Partido da Nova Democracia (PND), Partido Operário da Unidade Socialista (POUS) e Partido Trabalhista Português (PTP) só concorrem em alguns círculos.

O PPV, PTP, MEP e MMS vão candidatar-se pela primeira vez às eleições legislativas.

Nas eleições legislativas de 2005, onde o PS obteve maioria absoluta ao alcançar 45,05 por cento dos votos, elegendo 121 deputados, a abstenção foi 34,97 por cento.

O PSD teve 28,70 por cento, ficando com 75 deputados enquanto a terceira força política foi a CDU com 7,56 por cento, com 14 deputados.

O CDS-PP obteve 7,26 por cento, elegendo 12 deputados, e o Bloco de Esquerda 6,38 por cento, ficando com oito deputados.

Depois do 25 de Abril de 1974, as primeiras eleições a realizarem-se aconteceram precisamente um ano depois (25 de Abril de 1975), com os eleitores a escolherem a Assembleia Constituinte.

Depois dessa data, realizam-se eleições para a Assembleia da República em 1976, 1979, 1980, 1983, 1985, 1987, 1991, 1995, 1999, 2002 e 2005.

Radio Arcoense: Lusa/Venezuela - Consulado de Portugal em Caracas cria linha telefónica de emergência para atendimento comunitário

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Caracas, 08 Set (Lusa) - O Consulado Geral de Portugal em Caracas (CGPC) criou hoje uma linha telefónica de emergência para atendimento à comunidade luso-venezuelana em situações de violência, detenção policial, acidente grave, roubo ou perda de documentos.

Num comunicado a que a Agência Lusa teve acesso, o CGPC explica que, “no âmbito da dinamização e modernização dos serviços consulares com o objectivo de prestar um melhor atendimento à comunidade portuguesa radicada na sua área de jurisdição, bem como aos cidadãos portugueses em visita, passou a disponibilizar um número de emergência consular - 0424 1095341”.

Adianta que o número telefónico de emergência funcionará “após o encerramento do horário de expediente deste Posto consular e que funcionará entre as 13:30 e as 07:30 horas locais”.

“O novo número, já operacional, destina-se exclusivamente a reportar e obter apoio consular em situações de emergência consular, designadamente casos em que o cidadão nacional foi vítima de actos de violência, detenção pela polícia, acidente grave ou sofreu roubo ou perda de documentação no momento de viajar”.

Segundo o comunicado, “os utentes não devem recorrer a esta nova linha para obter informações sobre requisitos dos actos consulares, apurar o estado dos pedidos pendentes, nomeadamente vistos, ou solicitar a marcação prévia de actos consulares”.

“Para este efeito devem continuar a utilizar os números habituais do Consulado-Geral de Portugal em Caracas ou o seguinte endereço de correio electrónico: mail@caracas.dgaccp.pt”, refere o documento.

Segundo dados oficiais na Venezuela, existem aproximadamente 600 mil portugueses e luso-descendentes. No entanto, segundo a própria comunidade, o número de emigrantes radicados no país deverá rondar os 1,5 milhões.

Existem duas circunscrições consulares nas cidades de Caracas (Distrito Capital) e Valência (Estado de Carabobo), que coordenam as actividades de vários consulados honorários e deslocações consulares periódicas em vários Estados.

Segundo fontes não oficiais, é a primeira vez que um consulado português disponibiliza, na Venezuela, um número telefónico para emergências consulares.




Radio Arcoense: Lusa/Venezuela: Portugueses promovem construção de um Santuário de Nossa Senhora de Fátima em Guatire

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Caracas, 09 Set (Lusa) - Um grupo de católicos portugueses na Venezuela promove a construção de um Santuário de Nossa Senhora de Fátima em Guatire (30 quilómetros a oeste de Caracas), uma obra que pretende deixar um testemunho das suas raízes religiosas e culturais.

“Em 1976, fomos 77 peregrinos da Virgem de Fátima a Guatire e surgiu a ideia de conseguirmos umas terras para fazer um santuário", contou à Agência Lusa César da Silva, presidente da comissão da construção da obra.

Com as contribuições de 120 pessoas, prosseguiu, compraram oito hectares de terra, no centro de Guatire, para fazer o santuário.

César da Silva disse que o santuário terá uma entrada principal, com nave central, altar, ambão (onde se proclama a leitura da Bíblia) e uma sacristia.

Sem revelar o valor do investimento, o presidente da comissão da construção da obra precisou que os trabalhos começaram há dois anos e que existe já uma imagem de Nossa Senhora de Fátima, que foi adquirida em Lisboa entre 1979 e 1980.

“É a terceira imagem idêntica da que temos em Lisboa (Fátima) e a segunda está no Brasil”, vincou.

“É verdade que o dinheiro não é muito, mas temos muita fé. Guatire é (uma cidade) pequena, não há muitos ‘paisanos’ (conterrâneos), mas temos tido muitas ajudas sobretudo ultimamente que vêem que a obra está avançando bem”, frisou.

Para angariar fundos para pagar as 20 pessoas que trabalham nas obras, a comissão organizou um almoço onde recolheram 170 mil bolívares fortes (55 mil euros) que se somam a outros donativos de materiais, como ferro, areia, pedra e cimento.

“O terreno foi doado pelos sócios do Centro Sócio Cultural Virgem de Fátima, mas o santuário é feito totalmente à parte”, concluiu.

Radio Arcoense: Lusa/Venezuela – Medicamentos, Sete laboratórios portugueses assinam acordo de 20 milhões com a Venezuela

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Lisboa, 16 Jul (Lusa) - Sete farmacêuticas portuguesas deverão em breve assinar um acordo com a Venezuela para a venda de medicamentos no montante de 20 milhões de euros, confirmaram à Lusa o Ministério da Economia e fontes diplomáticas da Venezuela.

O acordo, acrescentam as mesmas fontes, deverá acontecer nas "próximas semanas", faltando apenas o consenso entre os vários laboratórios.

O Ministério da Economia garante que se mantém o interesse do Governo venezuelano, expresso no ano passado, e que o valor da contratualização é de 20 milhões de euros.

"Trata-se de um investimento superior a 20 milhões de euros, que envolve os laboratórios portugueses Bial, Tecnimede, Generis, Pharma Aps, Atral-Cipan, Azevedos e Bluepharma", precisaram as fontes diplomáticas.

As negociações com as farmacêuticas nacionais e a construção de um laboratório naquele país latino-americano fazem parte da agenda do "grupo de saúde", criado pela Comissão Mista de Acompanhamento Bilateral.

Esta comissão foi criada na sequência dos acordos assinados entre os dois países, depois da visita a Caracas do primeiro-ministro português, José Sócrates, em Maio de 2008.

Segundo o Ministério da Economia, "o atraso na assinatura dos contratos individuais resultou da indecisão de alguns laboratórios portugueses que só chegaram a acordo, entre si, na última reunião que ocorreu em Portugal".

"Espera-se que, face ao consenso agora obtido, o acordo seja assinado em breve", afirmou a mesma fonte.

O primeiro acordo que envolve as sete farmacêuticas visa a exportação para a Venezuela de medicamentos no valor de 20 milhões de euros durante um ano, mas com a possibilidade de ser revalidado. "É suposto assinarmos os contratos dentro de semanas, já com a calendarização dos fornecimentos", afirmou à Lusa o administrador do Grupo Azevedos Manuel João Oliveira.

A mesma opinião foi transmitida à Lusa pelo director da Bial Internacional, António Portela, que espera fechar o negócio em breve.

O administrador-delegado da Atral Cipan, José Gavino, prevê assinar o acordo sobre os medicamentos nos "próximos meses", mas refere que a possibilidade de construção de um laboratório para produção de matéria-prima na área dos antibióticos está ainda em fase "conversas preliminares".

Menos optimista sobre a assinatura do contrato para o fornecimento de medicamentos está o secretário-geral da Pharma Aps, Pedro Moura, que afirmou à Lusa que a probabilidade do negócio ser firmado "é de 1 para 100".

A Pharma Aps prevê vender para a Venezuela vários tipos de medicamentos, desde antibióticos a hormonas, mas não revela o montante do negócio. Já a Bial espera vender vitaminas, medicamentos na área ginecológica e medicamentos para as enxaquecas, e o Grupo Azevedos revelou à Lusa que vai vender medicamentos no valor de 3,2 milhões de euros na área de oncologia, do sistema gastro-intestinal, antibióticos, anti-inflamatórios e para o colesterol. A Atarl Cipan espera ter um negócio de 3 milhões de euros em antibióticos orais e injectáveis.

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